quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Reformulando



Eu ainda vivo. Vivo num ritmo diferente e gostoso.Um ritmo de embalo de um bebê que já não tão bebê assim. Mas a mente não pára,as idéias vem e vão freneticamente. Muitas coisas já não tem a importância de antes e eu deixo seguir,deixo passar. 

Olho para esse blog e penso em como quase tudo mudou em mim . Fora,o meu corpo já não é mais o mesmo. Dentro a minha alma já tem até um certo sossego. Longe de ter chegado ao objetivo,mas já não é o objetivo outro?

A minha espiritualidade ganhou uma proporção que não cabe num blog. É difícil falar sobre isso.Ao mesmo tempo as informações sobre o feminino e o sagrado estão cada vez mais chatas para mim.É como se todo mundo falasse a mesma coisa e nada de novo é dito. E a vontade de produzir coisas novas ainda não chegou. 

Idéias, divagações.

Solidão.

Solitude voluntária e confortável.A sensação de ser só observadora. 

Aquele momento frente a encruzilhada do tempo.

Talvez queridos, esse blog receba novo tipo de conteúdo afinal,eu não sou mais a mesma pessoa que o iniciou. A Alma continua Rubra. Sempre. Mas os interesses são claramente outros. Só não sei quais dividir.

Se é que alguém ainda vem aqui.


7 comentários:

Azkeel disse...

eu venho, e sinto a mesma coisa com relação ao meu blog...

Green Womyn disse...

Eu venho... Ah, e mudar é sempre bom! Beijos!

Cassia disse...

eu vim! sabe que tenho vontade de escrever tb, mas não faço ideia do que? é estranho, antes parecia tudo mais fácil! mas escreva sobre outras coisas sim, sempre é legal te ler. bjs

Denis Correia disse...

Oi.

Gostei do texto, Iony Ming. Manter um blog é complicado e se a pessoa se compromete à prover material ela precisa de tempo e inspiração... e às vezes, um ou outro nos faltam.
Mas é sempre bom manter as portas abertas... pra quando tudo aquilo que não cabe em nós quiser transbordar.
Não conhecia teu blog, meus parabéns... vou dar uma bisbilhotada por aqui... posso???
Beijus em Tí, abraços no Rui e no Skylander.

Morpheus

Mônica Azevedo disse...

Oi, Iony! Olha só, o que vale a pena na vida é isso mesmo: mudar, aprender, crescer...vou aguardar as novidades! Beijos!

Sorriso de Criança disse...

Sabe vc resumiu o que sinto apos ser mãe, é isso q se passa comigo

Daiane Ribeiro disse...

A questão toda é amadurecimento. Muitas coisas a gente sente que cai por terra, pois a terra chama mesmo. A vida muda mesmo, o reconhecimento das importâncias reais...as coisas são bem cor de rosa antes da maternidade. A gente fica confusa pois dizem que ser mãe é uma coisa fantástica, que é redentora, etc, etc...mas não é beeem assim. Ser mãe é difícil pra carai, e a gente precisa se adaptar com novos rumos, o não poder, o não querer e ter que fazer, é um martírio nesse sentido. Quem disse que mãe é padecer no paraíso não conhece o caminho de pedras pra chegar nele. Tem muitas coisas complicadas. Mas também, tem uma, que mesmo que fosse só ela, já serviria pra valer tudo isso: vc descobre que amor de mãe é o único amor que realmente existe. O resto é algo que não chega nem perto. Pois apesar de às vezes vc ter vontade de colocar de volta pra dentro (hehehe) nunca mais imagina viver sem essa pessoinha que chamará de filho...e isso, as vezes leva um tempo, pois somos " roubadas" em nosso tempo individual.